Policial penal indiciado por feminicídio em Aracaju, inquérito aponta uso de arma funcional, perícias e imagens que esclareceram a dinâmica do crime

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Inquérito da Polícia Civil concluiu responsabilidades por feminicídio, com diligências, depoimentos e perícias do Instituto de Criminalística que corroboram as provas

O Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa concluiu o inquérito e indiciou o suspeito pelo crime, após reunir provas que ajudam a esclarecer a sequência dos fatos.

As investigações somaram coleta de depoimentos, análise de imagens e perícias técnicas para identificar a dinâmica do crime e a responsabilização do investigado.

Os detalhes da apuração e as conclusões foram divulgados nesta quarta-feira, conforme informação divulgada pelo g1

Investigação e perícias que embasaram o indiciamento

Segundo o relatório do caso, durante o curso do inquérito foram realizadas diversas diligências investigativas, incluindo a coleta de depoimentos, análise de imagens e a realização de perícias técnicas conduzidas pelo Instituto de Criminalística, vinculado à Coordenadoria-Geral de Perícias.

Esses elementos, ainda de acordo com o documento, foram fundamentais para o esclarecimento da dinâmica do crime e a responsabilização do investigado.

Fontes policiais informaram que há indicação de que foi usada arma funcional durante o homicídio, informação que integra o conjunto probatório analisado na apuração do feminicídio.

Vítima e suspeito, histórico e vínculo

A mulher identificada como Flávia Barros era empresária e, conforme relatos, havia completado aniversário uma semana antes do crime.

O suspeito é Tiago Sóstenes, que exercia a função de diretor do Conjunto Penal de Paulo Afonso, no estado da Bahia.

O casal era oriundo da Bahia, e a relação entre eles, segundo apurações, havia se iniciado pouco tempo antes do ocorrido, o que está sendo considerado na linha de investigação sobre motivações e dinâmica do episódio.

Consequências administrativas e posicionamento da defesa

A Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização da Bahia informou que o policial foi exonerado do cargo após o caso vir à tona.

As advogadas de defesa de Tiago informaram que não vão se manifestar sobre o assunto, posição que consta nos autos e nas comunicações oficiais ao longo do inquérito.

Próximos passos e tramitação do caso

Com o indiciamento, o processo segue para as próximas fases de responsabilização criminal, que podem incluir oferecimento de denúncia pelo Ministério Público e instrução judicial.

Autoridades destacam que a apuração continuará com foco em consolidar as provas técnicas e testemunhais reunidas, para garantir transparência e atendimento aos trâmites legais no caso de feminicídio.

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