Super Mario Galaxy: O filme, por que a continuação com roteiro mais coeso e visuais da Illumination amplia o universo da Nintendo e perde parte da diversão

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Com visuais da Illumination e um enredo mais definido, a sequência aposta em expandir o universo da Nintendo, mas nem sempre preserva a diversão que o público esperava

A sequência ambientada na galáxia coloca os irmãos encanadores em uma missão cósmica ao lado da princesa Peach, contra um inimigo que mistura novidade e familiaridade.

O filme apresenta um começo, meio e fim claros, camadas adicionais de personagens da franquia, e visuais ainda mais impressionantes, mas equilibra menos a diversão que o público infantil e os nostálgicos buscavam.

No fim da introdução, a avaliação aponta que focar em um roteiro mais coeso não garante sucesso quando a história escolhida não entrega o que muitos esperavam, conforme informação divulgada pelo g1

História, ritmo e escolhas narrativas

A produção adotou uma narrativa mais linear, inspirada no jogo de 2007, e tenta desenvolver conflitos e arcos para os personagens principais, porém a opção por expandir o universo cinematográfico comprometeu cenas de humor e leveza.

O texto da crítica lembra o caminho do filme anterior ao destacar que, em 2023, “‘Super Mario Bros.’ arrecadou mais de US$ 1,3 bilhão ao redor do mundo ao apostar em uma série pesada de referências dos games, sem se importar tanto com o roteiro em si.” A comparação serve para mostrar que menos referências e mais enredo não significam automaticamente um resultado melhor.

Referências, público e nostalgia

A continuação apresenta personagens icônicos e inclusões de outros jogos da Nintendo, buscando ampliar o alcance do universo, porém essa estratégia reduz a frequência de easter eggs e piadas que alimentaram a nostalgia em massa do primeiro filme.

Mesmo com isso, o filme “não deixa de ser um filme legal e colorido o suficiente para agradar o público infantil. Seus filhos certamente vão adorar.” Essa avaliação ressalta que a obra cumpre seu papel com o público infantil, ainda que adultos sintam falta de maior substância.

Visual, efeitos e quem assina a animação

Os efeitos e a direção de arte, assinados pelo estúdio responsável por franquias como a dos Minions, elevam o impacto visual, com cenas espaciais e mundos coloridos que justificam a ida ao cinema em família.

Ao mesmo tempo, o filme traz curiosidades para os fãs, como a lembrança de que “o nome completo do Mario é Mario Mario? Sim. Mario é o nome de família.” Pequenos detalhes servem para conectar audiências diferentes, mas não compensam totalmente a falta de ritmo em alguns trechos.

Conclusão

Para quem busca uma continuação que privilegie coesão e ampliação do universo, a obra entrega avanços claros. Para quem foi ao primeiro filme em busca da metralhadora de referências e do humor, a sensação é de perda parcial da diversão.

O filme “filme estreia nesta quarta-feira (1º) no Brasil.” e, diante disso, a recomendação é equilibrada: leve as crianças, aproveite os visuais e a expansão do universo, e aceite que a experiência é diferente da primeira, em tom e intenção.

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