Sequestro por ex-namorado no Caçari deixou jovem presa no carro enquanto pedia socorro, amigos perseguiram o veículo até a área conhecida como Banho do Curupira, e o suspeito abandonou o carro e fugiu
A vítima conseguiu gritar por socorro enquanto estava dentro do veículo, e amigos que também participavam da festa perceberam os gritos e iniciaram a perseguição do carro do suspeito.
Durante a fuga, próximo à região conhecida como Banho do Curupira, o homem abandonou o veículo e passou a fugir a pé para um local desconhecido, sem ser localizado pela Polícia Militar.
A mulher contou aos policiais que se sentiu sufocada durante o tempo em que esteve presa no carro, e, apesar da gravidade do ocorrido, preferiu não ir à delegacia para formalizar denúncia, conforme informação divulgada pelo g1.
Como ocorreu a perseguição e o resgate
Amigos ouviram os pedidos de socorro da jovem e começaram a seguir o veículo do suspeito imediatamente, em tentativa de impedir a fuga.
No trajeto, já nas proximidades do ponto conhecido como Banho do Curupira, o homem abandonou o automóvel e evadiu-se a pé, o que impediu a captura imediata por parte dos que o perseguiram.
A ação rápida dos presentes possibilitou o resgate da vítima, e a situação foi registrada pela Polícia Militar como sequestro e cárcere privado, no contexto de violência doméstica.
Atuação da Polícia Militar e buscas
Equipe da Polícia Militar fez buscas pelas ruas e arredores da região depois do abandono do veículo, mas o suspeito não foi localizado pelas equipes no momento do atendimento.
Os policiais ouviram o relato da mulher sobre ter sido sufocada dentro do carro, e registraram a ocorrência para investigação, mesmo com a decisão da vítima de não formalizar a denúncia naquela ocasião.
Vítima optou por não formalizar denúncia
Apesar do resgate e da gravidade do caso, que foi classificado pela PM como sequestro e cárcere privado em contexto de violência doméstica, a jovem preferiu não ir à delegacia para registrar a ocorrência.
A opção de não registrar a denúncia no momento não impede que a vítima procure atendimento ou formalize a queixa posteriormente, e autoridades recomendam buscar apoio de serviços especializados e da rede de proteção.
Orientações e apoio
Em situações de violência, é importante procurar atendimento médico e psicológico, além de orientação jurídica, mesmo quando a vítima ainda não opta por denunciar imediatamente.
Delegacias especializadas, centros de atendimento à mulher e linhas de apoio podem oferecer acolhimento e orientações sobre direitos e medidas protetivas, caso a vítima decida formalizar a denúncia posteriormente.
