Trocas na cúpula do governo ocorrem a menos de um mês do prazo de desincompatibilização, com mudanças em Educação, Segurança Pública, Governadoria e outras pastas
O governo estadual registrou a saída de oito secretários e chefes de órgãos, com nomeações para substituir os ocupantes que pediram exoneração.
As mudanças atingem pastas consideradas estratégicas, como Educação e Segurança Pública, e podem alterar a gestão das políticas públicas nos próximos meses.
As novas exonerações foram publicadas no Diário Oficial do Estado (DOE) desta quarta-feira (1º), Segundo o Calendário Eleitoral, o prazo para desincompatibilização encerra no dia 4 de abril, conforme informação divulgada pelo g1
Quem deixou e quem assumiu nas principais secretarias
<pNa Governadoria, Katiuscyа Alves Barbosa Chaves deixou o cargo de secretária, e o governo nomeou Diogo Vinícius Ferreira de Araújo Lima para a função.
Na Secretaria Extraordinária de Políticas de Governo Descentralizadas, Wellington Ferreira de Medeiros pediu exoneração, e Raquel Rosendo de Souza Medeiros assumiu a secretaria.
Na Secretaria de Estado de Assuntos Institucionais, Iderval João da Silva deixou o comando, e Renata Cristina de Melo Silva foi nomeada para o cargo.
Na Segurança Pública, Bruno Sousa Azevedo pediu exoneração, e Luciano Barbosa de Souza Cruz foi empossado como novo secretário.
Na Secretaria de Esportes e Juventude, Atos Gomes de Araújo saiu, e Fraudneis Fiomare Rosa foi nomeado para a pasta.
Na Educação, Fábio Pereira Vaz pediu exoneração, e Celestina Maria Pereira de Souza passa a responder pela secretaria.
Na Secretaria da Indústria, Comércio e Serviços, o secretário executivo Elenil da Penha Alves de Brito deixou o cargo, e Enil Henrique Alves de Brito foi nomeado para a função.
Na Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Tocantins, Adriano Rodrigues de Moraes pediu exoneração da presidência da instituição.
Publicação e prazo eleitoral
As novas exonerações foram publicadas no Diário Oficial do Estado (DOE) desta quarta-feira (1º).
Segundo o Calendário Eleitoral, o prazo para desincompatibilização encerra no dia 4 de abril.
Possíveis efeitos e o que observar até a eleição
Trocas em secretarias como Educação e Segurança Pública podem afetar projetos em andamento e a rotina administrativa, porque novos gestores costumam promover ajustes na equipe e nas prioridades.
Com o prazo de desincompatibilização próximo, a movimentação sugere preparações eleitorais e reorganização interna, e o acompanhamento das publicações no DOE e das próximas nomeações é recomendado.
Próximos passos
Resta acompanhar a publicação de portarias complementares e decisões administrativas que formalizem as transferências de atribuições, e também observar se haverá substituições adicionais até o fim do prazo de desincompatibilização.
